Plano de Carreira: suas ações atuais, determinam as oportunidades futuras.

Atualmente não basta mais nos preocuparmos somente com a nossa formação técnica ou universitária e sim planejarmos passo a passo a nossa carreira. Refletirmos onde queremos chegar e o que estamos contribuindo para isto.

Plano de carreira é uma vantagem competitiva tanto para os funcionários quanto para as empresas…

Do lado do funcionário é muito importante que ele saiba o que quer e como vai fazer para chegar lá, para isto é preciso obter informações, elaborar objetivos e estratégias viáveis. Um profissional qualificado e com um plano de carreira definido, consegue aproveitar mais as oportunidades que aparecem. Não importa se no meio do caminho a pessoa percebe que não era aquilo que queria, a solução é refazer o plano de carreira e seguir em frente.

Não adianta somente o funcionário ou somente a empresa ter um plano de carreira bem definido, é preciso que ambos trabalhem juntos, porque a empresa não consegue motivar um funcionário se ele não estiver disposto a isto. A organização precisa dar o suporte necessário para que o colaborador se sinta valorizado e tenha vontade de crescer junto com ela, adquirindo novas habilidades e competências.

Veja a seguir o passo a passo com as seguir as dicas de Mara Tamake, consultora de carreira da Cia de Talentos.

 1 – Pense onde você gostaria de estar em um período de 5 a 10 anos, isto é, defina seus objetivos no longo prazo. Há profissionais que tem objetivos super específicos e outros que são mais abrangentes, explica Mara. Confira alguns exemplos:

– “Antes dos 30 anos, quero ocupar uma posição gerencial numa empresa compatível com o meu perfil, que me permita ter tempo livre para a família”

– “Quero concluir um curso de pós-graduação ou MBA para ser um profissional especializado em determinada área de atuação”

– “Antes de completar 30 anos, quero ser coordenador da área de suprimentos da empresa dos meus sonhos, ganhando entre 13 e 15 mil reais.”

 2 – Reflita sobre quais são as necessidades mais fundamentais de carreira, como por exemplo, ter tempo para estar com família ou ocupar um cargo gerencial. Tente imaginar qual é o legado que quer deixar, seu objetivo de vida.

 3 – Avalie quais valores pessoais e profissionais precisam ser respeitados ao longo da sua carreira e que, por nenhum emprego, você deixaria de lado.

 4 – Pense nas características e habilidades pessoais que podem impulsionar ou atrapalhar a alcançar as metas no longo prazo. Nesse ponto, não é preciso analisar o mercado, já que esse fator é imprevisível e está fora do seu controle.

Por exemplo, se o profissional quer fazer um mestrado, exemplifica Mara, os fatores que podem impulsioná-lo são a dedicação e habilidade para gerenciar o tempo. Por outro lado, mudanças não planejadas, como ter filhos nesse período, podem impedir que o profissional consiga conciliar família, estudos e trabalho. “Nesse momento, é importante reavaliar seus objetivos e se perguntar: o que vou ganhar com a conclusão do mestrado? Irá valer a pena?”, pontua Mara.

Em outra situação, um profissional que estabeleceu como meta ter um cargo gerencial numa empresa de bens de consumos, em menos de 5 anos, pode avaliar que possui competências de liderança e de trabalho em equipe muito bem desenvolvidas. Por outro lado, um fator que pode atrapalhar esse profissional é a dificuldade de estabelecer contatos profissionais e fazer networking. Mara explica que no momento em que o profissional pensa em possíveis obstáculos, já consegue se antecipar com soluções possíveis.

Segundo a consultora da Cia de Talentos, avaliar quais são as habilidades e comportamentos pessoais é uma etapa fundamental do plano de carreira, pois será este mapeamento que irá ajudar o profissional a guiar suas decisões ao longo da carreira. “A pessoa deve refletir sobre quais são suas características, talentos e atividades que gosta de realizar. É o resultado dessa reflexão que o profissional deve usar como base para as próximas escolhas”, diz Mara.

5 – Use o tempo que achar necessário para pensar e reavaliar seus objetivos profissionais. Não será fácil planejar sua carreira, é preciso tempo para tomar decisões acertadas. “Na maioria das vezes, essa é a etapa mais difícil. Para conseguir fazer um plano de carreira efetivo, é preciso tempo para pensar em si mesmo e quais são seus objetivos”, explica a consultora.

 6 – Utilize todas as informações compiladas nos itens anteriores para montar um plano de ação no curto prazo. Isso significa que você deve estabelecer metas reais, que devem ser realizadas num período de 6 meses a um ano – seja fazendo um mapeando de empresas que gostaria de trabalhar e enviando currículos, buscando um novo curso de pós-graduação ou mesmo tentando ter uma rotina mais saudável, com direito a exercícios diários e tempo livre.  Tudo vai depender do seu objetivo!

 

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“SUAS AÇÕES DE HOJE, DETERMINAM AS OPORTUNIDADES DE AMANHÔ

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Lista de hábitos que + irritam os chefes no escritório

Você se atrasa para reuniões e não resiste a participar da última fofoca do escritório? Então saiba que você pode estar deixando muitos chefes irritados.

Segundo o Institute of Leadership & Management (ILM), as práticas que mais incomodam são:

– Chegar atrasado em reuniões (citado por 65% dos gerentes)

– Deixar pratos e outros recipientes sujos sobre a mesa após o almoço (63%)

– Fofocar sobre os colegas (60%)

– Discutir abertamente assuntos confidenciais da empresa (54%)

– Mandar um e-mail para alguém sentado bem na sua frente (56%)

– Deixar o celular tocar alto (42%)

– Fazer muitos intervalos para fumar (39%)

– Ir trabalhar doente, em vez de ficar em casa (34%)

– Levar os filhos pequenos ao trabalho (27%)asasasa

O mau uso dos e-mails está entre os hábitos mais irritantes no escritório, diz o levantamento – segundo o qual 57% dos entrevistados odeiam aquelas mensagens coletivas, enviadas para todo o escritório.

“Pense nas melhores formas de se comunicar”, sugere o relatório do ILM. “E-mails muitas vezes são impessoais e pouco claros. Às vezes, a interação cara a cara ou o bom e velho telefonema podem ser mais apropriados.”

Roupas impróprias e jargão
Roupas inadequadas e o uso excessivo de jargão também prejudicam o ambiente de trabalho, aponta a pesquisa britânica.

Quase um em cada quatro entrevistados se queixou do fato de colegas exagerarem no emprego de termos como “pensar fora da caixa” e “vamos manter contato”, entre outras expressões típicas do universo dos escritórios.

No que diz respeito ao vestuário, 27% dos gerentes entrevistados disseram terem sido forçados a dar bronca em seus funcionários que usaram, por exemplo, roupas muito ousadas ou sandálias muito informais.

Pequenas mudanças
Essas pequenas irritações no ambiente profissional podem prejudicar o rendimento, mas soluções simples fazem grande diferença, de acordo com a pesquisa.

O hábito de levar um bolo para os colegas aniversariantes ou preparar-lhes chá e café melhora a convivência para praticamente a maioria dos entrevistados.

“A pesquisa mostra que gestos simples significam muito no escritório, como ouvir um ‘obrigado’ após realizar uma tarefa e dar-se ao trabalho de dizer ‘oi’ e ‘tchau’ aos colegas”, diz o ILM.

Lá se vão 10 anos…

Daí que há 10 anos começava a minha história profissional…

Neste mês tão importante para mim, comecei a relembrar durante vários dias algumas passagens deste caminho e resolvi compartilhar aqui com vocês.

Antes era Tatiana Sá, depois somente Tatiana e, desde 2010, Tatiana Saoli (sugestão da minha amiga Silma que não gostou da minha ideia de “Tatiana Saveira” …rsrsrs…).

Em julho de 2001, na cidade de Sobradinho, eu fazia minha primeira apresentação (certa da profissão que queria) cantando e tocando violão num recital do Teatro local.

Desde pequenina sonhava em ser cantora, havia me apresentado pela primeira vez aos 6 anos de idade na escola que estudava e depois em algumas rodinhas com ajuda de amigos da família. Até os 16 anos muitas dúvidas existiam, muitas perguntas me faziam e eu estudava relutantemente outra ideia para ser outra coisa. Até aprender a tocar um instrumento: o violão.

Daí, que o sucesso da primeira apresentação me trouxe coragem suficiente para bater no peito a paixão pela música sertaneja (que até então não era tão popular entre os jovens e nem em Brasília), esquecer a timidez e dar início as pequenas apresentações. Entrei numa banda da turma da escola, lutei por cada ensaio e showzinhos que fazíamos. Conseguimos gravar um CD demonstrativo que rendeu muitas alegrias e frustrações.

Aos 18 anos voltei para Campo Grande à procura de sucesso no gênero, mas a insegurança e minha timidez atrapalharam nos primeiros meses. Até conhecer uma grande amiga (Rose) que conseguiu o primeiro barzinho que me permitiu cantar muito tempo e ainda colher muitos frutos daquelas noites ali.
Desde então foram bares e mais bares, trailers, pizzarias, cabarés, restaurantes, festas, reuniões… e eu não queria mais nada além de continuar cantando.

Hoje, aos 26 anos, me lembro de cada dificuldade, cada lágrima, cada sorriso, cada comemoração que existiu nesse pequeno caminho.

Ainda em Brasília, aprendi que o técnico de som é o cara responsável pelo seu sucesso ou o seu fracasso num show (vivido a flor da pele).
Aprendi que ser humilde é virtude, mas ser humilde demais é defeito.
Aprendi que quando a gente passa a ser uma pessoa pública temos que ter muito cuidado com palavras e atitudes.

Tive dias cruéis… pensei algumas vezes em parar e ir atrás de outra coisa… já dei um tempo da música (as vezes é preciso férias… respirar… descansar…refletir…), já sofri preconceito e aprendi a como lidar com ele… já aguentei tantas…

Lembro das madrugadas, sem carro, que voltava para casa, nas ruas desertas, carregando os equipamentos no braço com essa minha amiga… outras que voltei sozinha e com medo… lembro das noites que surgiram outros amigos pra ajudar… um desconhecido bacana que dava carona… ou o próprio dono do bar que me deixava em casa…

Dos dias que ganhei um cachê pequeno, dos que saí com o bolso cheio, dos dias em que voltei pra casa sem nada… do meu primeiro cachê há 10 anos, num hotel fazenda, que foram 2 queijos minas…

Lembro de uma oportunidade, numa grande casa da cidade, em que de tão nervosa esqueci tudo que sabia e saí do palco de cabeça baixa… lembro de quando perdi a voz num show e tive que terminar antes da hora marcada… lembro dos amigos e colegas que fiz… dos aplausos… das portas na cara… das críticas e elogios… das vezes que conseguia vários contatos para outros shows… de quando entrei num estúdio pela primeira vez… de quando ouvi minha música na rádio… da primeira entrevista na TV e no Rádio… o primeiro show em outra cidade (num frio de 2 graus: Porto Murtinho/MS)… da primeira vez que meu violão quebrou e o quanto eu chorei por isso… de quando toquei em comícios… e do calote que tomei também…rs…

Relembro os sacrifícios que meu pai fez para me ajudar todas as vezes que precisei… de tudo que minha mãe pode fazer, da minha madrinha que deu grande força para o acabamento do último CD, do músicos que tocaram comigo, da confiança que depositaram e depositam, dos produtores Guarany e Davi Ávila, dos radialistas e,  de tantas outras pessoas que me ajudaram… algumas que me passaram a perna… outras que eu briguei e perdi a cabeça… Dos concursos de TV que estive presente… e das decepções que elas causaram…

Mas o melhor de tudo… é que fiz muitos amigos, muitos colegas e muitos fãs… sou uma pessoa feliz na profissão que escolhi e hoje compartilho com vocês a alegria de comemorar a primeira década dessa história que terá ainda muitas outras décadas pela frente!!!!!

Obrigada a todos!
Obrigada por cada crítica!
Obrigada por cada aplauso!
Obrigada por tudo!

Tatiana Saoli

Abaixo, vídeo com a música que apresentei em julho de 2001, no Teatro de Sobradinho. rsrs