Eu não sou forte, nem independente, nem auto-suficiente.

Eu sinto falta das minhas renúncias e as vezes não gosto do caminho, nem da paisagem, nem da solidão. Eu não sou assim, essa imagem no espelho. Eu sou o que se esconde atrás, sou DESEJO, sou medo e outros mais que ninguém vê. Eu sou aquela que carrega o mar por dentro, chovo o tempo todo e o sal que escorre pelo meu rosto nunca me basta. Eu sou a estátua que chora e acena com as mãos quebradas.

“EU SOU HUMANA”.

O coração tem ligação direta com a felicidade, se ele está bem, todas as demais coisas serão acrescentadas. A experiência nos deixa convicto disso. Não espero ser feliz assim, mas o que é vida se não uma aventura, um lugar hostil onde todos os dias, travamos batalhas pra sobreviver? A maior batalha de todas é aquela que travamos nos campos do coração onde nos dedicamos pra sobreviver na vida de alguém, onde é exigido tudo de nós, sermos fortes, perseverantes, ter fé, ser estratégico…

A gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso. Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

“Sou construída por emoções secretas.  Podem até comentar sobre mim, mas me capturar; só com minha permissão!”

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