A morte de um violão

Eis que meu primeiro violão elétrico chegou ao fim.

Quando comecei a tocar, eu pegava emprestado o violão elétrico de um amigo meu. Fiquei meses na cabeça do meu pai para ganhar um.
Outubro de 2002, na Discoteca 2001, Brasília, ganho meu Giannini Folk Ativo, de Aço, Preto. Lindo!!!!

Em junho de 2004, já em Campo Grande, ele quebra pela 1ª vez: na “mão” do braço.
Depois do primeiro susto, ele quebrou outras vezes. Consertava, mas já não confiava para levar ao trabalho. A madeira daquela série não era de boa qualidade. Então, precisei comprar outro.

Assim, resolvi guarda-lo de lembrança e usa-lo para compor em casa.

Mas, este ano ele caiu do pedestal de parede lá de casa e além de quebrar a mão, lascou e amassou outras partes, me deixando convicta de que não o levaria mais ao luthier.

 

Há 2 semanas precisei de uma tarraxa para um outro violão e
acabei utilizando a do Giannini. Tendo a ideia de “depená-lo” para utilizar suas peças ainda novinhas!.
Fica essa dorzinha no peito, de saber q não o terei mais ali de recordação… e nem poderei mostra-lo aos meus filhos e netos.
É uma pena!

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