29 de setembro de…

Gente desculpe a falta de tempo e às vezes falta assunto para atualizar este blog aqui.

 Hoje, 29 de setembro, faz 1 ano que perdi meu primeiro carro. Sim, este aí de cima! Um Tipo, 1994, completo, kit gás, cheio de histórias pra contar e principalmente, cheio de estragos para eu consertar! (ai se meu Tipo falasse!).

Estava bem quente neste dia e conseguiríamos fritar um ovo no asfalto, se deixassem.

Havia tido um problema na suspensão do carro 4 dias antes e, naquela segunda na hora do almoço, aproveitei para levá-lo a oficina e fazer o orçamento do rombo que eu teria de cobrir. Lembro até hoje, que na nota, o valor era aproximadamente R$ 380,00 reais.

Saí da oficina e resolvi almoçar em algum restaurante que eu nunca tinha ido no meio do caminho. No estacionamento não havia sombra e o carro ficou torrando no sol durante os 20 minutos que utilizei para almoçar bem.

Peguei a avenida de volta pro trampo… senti o carro engasgar… resolvi encostar e verificar o motor. Não vi nada, nem senti cheiro ruim…

12:15 – Volto e resolvo chegar primeiro ao trabalho, para depois entrar em contato com o mecânico. Dou partida. Ele apaga. Ligo de novo e dou aquela acelerada… olho pra frente e vejo a fumaça acinzentada sair pelo capo.

(Não pensem que foi falta de água não… o reservatório estava completo.. mangueiras e bomba funcionando direitinho) – foi mesmo uma tragédia.

Bom, resumindo: o carro começou a pegar fogo e eu, loucamente, fui tirando meus equipamentos musicais do banco de trás do carro.
Chamei um senhor que estava sentado perto para me ajudar e ele saiu correndo!!!! (enfureci)
Gritei os pedreiros de uma obra na frente e eles me ingonaram!!!
Daí entrei numa loja grande de construção e pedi ajuda. Eles ligaram para os bombeiros e correram lá for a para “curiar” – Daí eu corri pra outra quadra com meus equipamentos e só gritava “Vai explodir! Esse carro é a gás!” – SENTIA O DESESPERO NA CARA DELES E NA MINHA TAMBÉM!
O pessoal do ponto de ônibus perto, sumiram! kkkkkkkkkk
Daí, um policial caridoso parou la, chamou os tais pedreiros e apagou o fogo com água mesmo. Foi uma loucura. – Os bombeiros chegaram depois e não tiveram trabalho nenhum!
Graças a Deus não afetou o Kit Gás, nem a parte interna do veiculo. Foi uma correria danada… eu gritei muito por ajuda … o extintor não foi suficiente …

Não sofri nenhum tipo de queimadura.
E, depois, do fogo apagado, de algumas ligações e a espera pelo guincho as lágrimas rolaram cruéis na minha face.

Perdia ali não só o 1º carro, mas o grande intermediário para a realização de muitas coisas, de muitos sonhos… a 1ª viagem ao Cachoeirão, 1ª viagem à Corumbá, 1ª ida a um motel, 1ª multa, tantos shows, tantas aventuras… Nossa! Foram momentos maravilhosos!

Ele me arregaçava os bolsos de vez em quando, mas valia a pena. E foi com ele que eu aprendi que ter carro é ter família.

Depois tudo deu certo… eu resolvi vender daquele jeito mesmo… amigos me ajudaram bastante… fiquei um tempo sem carro até poder comprar o “poisézinho” (Brasólia) de hoje, por 1.000 reais (que consegui através de um Almoço Dançante Beneficente à Mim, com a ajuda dos amigos e de Deus!)
3%20FO~1

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